As últimas garrafas do “125”

Set 22

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imagePois é…. Chegou ao fim o nosso vinho, o “125”, o vinho comemorativo dos 10 anos da Garrafeira Alfaia, não deu nem para anunciar as últimas garrafas, saíram as últimas, nunca pensei que 1000 garrafas se vendessem tão depressa. Foi muito boa esta experiência , o meu muito OBRIGADO à Luciana Cani e ao Colmar pelo rótulo e contra rótulo mais bonito que eu vi vestir uma garrafa de Vinho, ao SR. Eurico da Quinta da Fata que me ajudaram a tornar possível ter um vinho “MEU”, e a todos os que o acarinharam como o vinho do Pedrão , não sei se volto a fazer, mas foi de certeza uma das minhas maiores aventuras e das que deu mais prazer !!!!!!!
Ps:ao Paulo por me ter ajudado muito nesta tarefa OBRIGADO!!!!

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Parabéns Lúcia Moniz!!

Set 18

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A Lúcia Moniz fez anos e fez questão de nos visitar e brindar-nos com uma noite magnífica, na companhia do seu Pai Carlos Alberto Moniz, que cantou músicas inéditas !!!!
Aqui ficam duas fotos gentilmente cedidas pelo Músico Brasileiro Pierre Aderne.

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Com elogios destes, só podemos ficar “babados” Obrigado Léo e Lin e voltem sempre!!!

Set 05

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Ela a “Guitarra Portuguesa” e os copos…. Ou uma noite perfeita!!!!

Ago 30

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Um Vinho branco fresco para o Verão !!!!

Ago 25

imageVeio da Vidigueira no Alentejo o primeiro vinho branco da casta Sul Africana Chenin Blanc em Portugal, o “Connections”uma edição limitada e um branco fresco para estes dias quentes de Verão, opção para vinho do dia aqui na Garrafeira Alfaia!!!!

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“A Língua do Vinho” por Zuenir Ventura

Ago 19

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Gosto muito de vinho, mas não sou capaz de diferenciar um Malbec de um Pinot Noir, um Carménère de um Cabernet Sauvignon ou um Syrah de um Merlot. Como não eduquei meu paladar, quando quero saber se gostei de um tinto ou se devo elogiar uma safra, recorro ao Verissimo, meu personal winer, como diz o Ancelmo. Descobri, porém, que mais difícil do que entender de vinho é compreender o que se diz dele. Com o que já ouvi de sommeliers ou de autênticos e pseudoentendidos, ou li em cartas e guias sofisticados, acho que se poderia construir um discurso digno de figurar na mesa de cabeceira de Baco. Diante de minha perplexa ignorância já desfilaram diálogos como os que transcrevo aqui com ligeiras adaptações para que as autorias não sejam reconhecidas:
— Prova esse branco de cor palha com tons verdosos. Ele é dominado no olfato pelo limão e flor de acácia, pela fruta exótica e pelo mineral esfumaçado. É de um elegante ataque gustativo, marcado pela notável densidade frutada e o arrojado frescor. De longo final.
— Ou então esse outro de estonteante buquê de ameixas em calda, amêndoas, baunilha e madeira defumada. Muito equilibrado, revela estilo, concentração e acidez vivaz. Longo fim de boca.
— Ah, prefere um tinto? Então degusta esse de coloração rubi, de média intensidade. É expansivo no olfato com fruta tropical, pêssegos, folha de limão e leve tom floral. O impacto na boca é volumoso, dotado de deliciosa mineralidade, fresco, com longa persistência.
— Experimenta este: macio, com algum acídulo e uma marcante estrutura, onde se revela toda a complexidade entre as características varietais e a maturação. Potentes taninos, embora suaves à degustação. É bem equilibrado e de forte persistência.
— Esse aqui, com taninos sedosos, é para deixar respirar antes de servir. De um rubi luminoso, possui aromas envolventes e elegantes. Na boca, ondas cheias de estilo deságuam em notas minerais e florais, com toques de frutos vermelhos confitados, tabaco e couro.
— Para arrematar, um Madeira com notas de tabaco e frutos secos, que se comporta como um vinho doce, limpo e harmonioso. Acidez e corpo bem conjugados com a doçura e taninos.
Não vejo a hora de reencontrar meu amigo na mesa de um restaurante para lhe dizer do vinho recomendado, depois de rodar a bebida no copo, levá-lo ao nariz e sorver um gole: “É de boa estrutura, vigoroso no aroma, com predominância das notas florais, mas eu preferiria que tivesse um final mais longo e persistente.” Quero ver o que ele vai dizer

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